Há alguns anos, acompanhei uma jovem que me disse uma frase de que nunca mais me esqueci: “Mas eu não quero UMA profissão.” Explicou-me que não havia nenhuma profissão que adorasse por inteiro. Em todas encontrava coisas que gostaria de fazer e outras que sabia que não lhe interessariam. E, sobretudo, não queria sentir-se reduzida a uma única profissão quando existiam tantas atividades, funções e áreas diferentes que lhe despertavam curiosidade.
Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador de 17 de setembro de 2026.