Pós-Graduação em Comunicação em Saúde Pública

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School of Post-Graduate and Advanced Training - Info

E-mail: epgfa@fch.lisboa.ucp.pt
Phone: (+351) 217 214 060

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2.ª EDIÇÃO
Início:
17 de setembro de 2020

Tipologia de lecionação: Blended learning (75% presencial + 25% online)


Candidaturas:
1.ª fase: até 17 de julho de 2020
2.ª fase: 18 de julho a 3 de setembro de 2020


Horário:
6.ªs feiras - 18h00 às 21h00
sábados - 10h00 às 13h00

Calendário


Duração: 
150 horas (114 horas presenciais* + 36 horas e-learning)
20 ECTS

* Algumas sessões presenciais poderão ser substituídas por formato e-learning, mediante acordo entre docentes e alunos.​

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Program Description


A Pós-Graduação em Comunicação em Saúde Pública pretende dar resposta às necessidades acrescidas em situação de crise na saúde, mas também às necessidades habituais do dia a dia de profissionais que trabalhem na área. Tem como metas a prevenção de riscos, a promoção da saúde e bem-estar dos cidadãos e o incremento da literacia e numeracia em saúde, fundamentada numa comunicação eficaz para e com os cidadãos, baseada na evidência.

Sendo a saúde uma área multi e interdisciplinar, o programa reflete essa diversidade, agregando profissionais das Ciências da Comunicação, das Ciências Psicológicas e do Comportamento e das Ciências da Saúde.

Porquê?

Os eventos recentes associados à pandemia por COVID-19, mostraram que, por um lado, o papel de comunicar não deve estar apenas nas mãos das instituições e autoridades de saúde, mas também nas dos profissionais que estão na “linha da frente” e nos cidadãos. Cada um de nós deve ser um “agente de comunicação” em saúde pública.

Por outro, as instituições têm atualmente responsabilidades acrescidas, como a de partilharem informações simples, compreensíveis e credíveis, com origem em fontes de confiança, que combatam a infodemia de notícias falsas ou incorretas. Para além disto, estas ajudam na promoção do papel do cidadão enquanto “agente de comunicação”, influenciando a adoção de comportamentos seguros e assim prevenindo riscos.

Para quem?

É essencial potenciar competências em profissionais que estejam ou pretendam estar na primeira linha de contacto com os cidadãos, em diferentes níveis de comunicação: contextos de relação de proximidade e interação diádica com o cidadão (e.g. unidades e departamentos de saúde pública, centros de saúde, hospitais e ações junto da comunidade); contextos de educação/ação em saúde pública e saúde ocupacional (e.g. escolas, locais de trabalho); contextos organizacionais entre entidades públicas/privadas e os cidadãos (e.g. DGS-Direção Geral de Saúde, ASAE-Autoridade de Segurança Alimentar e Económica); e noutros contextos de comunicação para os cidadãos (e.g. jornalismo, media sociais e comunicação de ciência).

Para quê?

A comunicação em saúde pública deverá permitir alterar conhecimentos, cognições, emoções e capacitar os cidadãos, proporcionando recursos (e.g. informação sobre riscos e recomendações de saúde), com o objetivo de facilitar decisões informadas com impacto positivo na sua saúde e bem-estar.

Para isso, devem ser ultrapassadas barreiras à eficácia da comunicação, tais como:

  1. Uso de conteúdos, formatos e canais de comunicação ineficazes;
  2. Não adaptação da comunicação às caraterísticas e motivações da audiência a que se destina.

Testimonial

Duarte Vital Brito

Public Health Resident
"Esta Pós-Graduação vem colmatar uma falha existente na formação em comunicação em saúde em Portugal."