Ricardo Mexia

Médico de Saúde Pública e Epidemiologista (Associação Nacional de Médicos de Saúde Pública)

Ricardo Mexia é Médico de Saúde Pública e Epidemiologista. Licenciado em Medicina (2002), pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, concluiu o Mestrado em Saúde Pública (2013) e é graduado do EPIET-European Program for Intervention Epidemiology Training do ECDC (2011).
Integra atualmente o Departamento de Epidemiologia do Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge.
Trabalha principalmente na área das doenças transmissíveis, tendo estado envolvido na investigação e controlo de diversos surtos (incluindo o surto de sarampo de 2016 e de Doença dos Legionários no HSFX em 2017).
Responsável da vigilância epidemiológica de diversos eventos de massas (Festival BOOM, Festival Andanças, Centenário da Peregrinação a Fátima, Eurovision Song Contest, Carnaval de Torres Vedras, entre outros), com o desenvolvimento de diversas soluções tecnológicas.
Coordenador da Plataforma de vigilância participativa Gripenet, com contributos para a vigilância da epidemia sazonal de gripe.
Colaborador no processo de avaliação do Plano Nacional de Saúde, integrando a equipa do INSA.
Mais de 30 trabalhos publicados e apresentados em reuniões científicas nacionais e internacionais, nas áreas de Vigilância epidemiológica, Emergência em Saúde Pública e Eventos de massas (mass gatherings).
Participa regularmente como entrevistado, em temas de saúde, em diversos órgãos de comunicação (TV, rádio, online, imprensa escrita).
É Assistente Convidado no Curso de Mestrado Integrado em Medicina, da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (desde 2014) e no Curso de Mestrado Integrado em Medicina e da Licenciatura em Ciências Biomédicas (Departamento de Ciências Biomédicas e Medicina) da Universidade do Algarve (desde 2015).
É Auditor de Defesa Nacional, tendo frequentado o Curso de Defesa Nacional em 2018/19.
É atualmente o Presidente da Associação Nacional dos Médicos de Saúde Pública (desde 2016) e Vice-Presidente da Secção de Controlo de Doença Transmissível da Federação Europeia de Saúde Pública (desde 2019).