Celebramos hoje, no Dia Mundial da Família, o contexto primordial no qual se constroem os primeiros referenciais do amor e da identidade relacional. O conhecimento científico é inequívoco: as experiências das relações mais precoces, comummente vividas na família, marcam profundamente o modo como cada pessoa se relaciona afetivamente ao longo da vida.
No contexto atual, os desafios das relações amorosas - em particular nas relações de namoro de adolescentes e jovens adultos - nunca foram tão visíveis nem tão preocupantes. Comportamentos de controlo, ciúme, manipulação, pressão e humilhação são hoje parte de um léxico relacional em que as "borboletas" dão muitas vezes lugar a "nós na barriga" e ao desejo de fugir de relações que nada acrescentam à vida.
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