Embaixador dos Estados Unidos da América em Lisboa nos tempos do Presidente Barack Obama - tendo-se tornado conhecido pelos vídeos de apoio à seleção portuguesa de futebol -, Robert Sherman nunca perdeu a ligação ao país. O advogado de 69 anos deu uma entrevista ao Expresso, parte da qual se publica abaixo, surgindo o resto na edição impressa do jornal a 6 de abril. Membro do Conselho Geral e de Supervisão do Novo Banco há seis anos, Sherman aceitou, recentemente, o convite da Universidade Católica para ensinar num curso de Política, Filosofia e Economia.
Voz da Casa Branca entre nós de 2014 a 2017, Robert Sherman tem visível gosto em partilhar a sua visão do estado do mundo. Recém-contratado pela Universidade Católica, procura transmitir aos alunos uma visão geopolítica holística. Preocupado com zonas do planeta como África ou o Sueste Asiático, onde se arrastam conflitos armados que o mundo rico tende a esquecer, conta ao Expresso que há dias a embaixadora da União Africana em Washington lhe disse - num jantar de diplomatas que organizou a a pedido do Departamento de Estado - que "o Ocidente devia prestar mais atenção ao que lá se passa, ao sofrimento, à ajuda de que precisam".
Numa entrevista ao Expresso - de que poderá ler a maior parte na edição impressa de 6 de abril -, Sherman debruça-se sobre o que vem ensinar em Portugal; a guerra na Ucrânia, para a qual não vê saída a breve prazo; o crescimento da China enquanto potência global e as ameaças a Taiwan; e as alianças que necessariamente se vão formando. Na parte da conversa que pode ler abaixo, reflete sobre o que mudou em Portugal, os perigos do TikTok e... a seleção das quinas, claro.
Artigo online Exclusivo para assinantes aqui.